Todos os campos são obrigatórios.

Fechar Formulário
Imagem Noticia

Arraiá na Unidade de Diálise da Santa Casa de Votuporanga transforma rotina de pacientes

O som da sanfona e o aroma das comidas típicas transformaram o ambiente da Unidade de Diálise da Santa Casa de Votuporanga em uma verdadeira festa caipira. O tradicional "Arraiá" da unidade levou alegria, cor e muito calor humano para os pacientes que enfrentam a rotina intensa do tratamento renal crônico. Além da decoração caprichada e dos trajes típicos, a festa contou com a presença de um sanfoneiro animando os turnos de atendimento e um cardápio especial repleto de delícias juninas preparadas com todo o cuidado e adaptação nutricional que os pacientes necessitam. A realização do evento foi possível graças a uma sólida e carinhosa parceria com a Aprevo (Associação dos Pacientes Renais de Votuporanga), que caminha lado a lado com o Hospital para proporcionar momentos de leveza e bem-estar. O presidente da Associação dos Pacientes Renais de Votuporanga, Dimas Geraldo, destacou o valor de iniciativas como esta para o fortalecimento emocional de quem passa pelo tratamento. "A nossa missão na Aprevo é apoiar o paciente renal em todas as suas necessidades, e cuidar do sorriso e da autoestima deles faz parte disso. Ver a alegria nos olhos de cada um ao ouvir a sanfona e celebrar o Arraiá nos mostra que estamos no caminho certo. Essa parceria com a Santa Casa é fundamental para humanizar o tratamento e mostrar que a vida continua cheia de momentos felizes", afirmou Dimas. O impacto positivo da festividade na saúde integral dos pacientes também foi reforçado pela equipe multiprofissional do Hospital. A psicóloga da unidade, Luciana Maranho, explicou como o ambiente festivo atua diretamente na adesão ao tratamento e no alívio do estresse hospitalar. "O tratamento dialítico exige muito do paciente, tanto física quanto emocionalmente, mudando drasticamente a sua rotina. Quando trazemos o Arraiá para dentro da sala de diálise, nós quebramos a rigidez do ambiente hospitalar e resgatamos memórias afetivas, vínculos e a sensação de pertencimento. Esse acolhimento humanizado fortalece a saúde mental deles, transformando o espaço da terapia em um lugar de vida, celebração e esperança", ressaltou a psicóloga.